quarta-feira, 29 de julho de 2009

Olhar

Esse seu olhar longe
E todas as coisas que fazem ele voar
É que me deixa assim
Meio down
Meio com vontade de arrancar seus olhos
Até você melhorar e voltar a sorrir pra mim.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Presságios tamanhos

Seguindo a mesma linha de um post anterior, interpreto e reinvento explicações em uma das coisas que me deixam pensativos na vida. A coincidência.
As coisas acontecem porque nos mexemos, saímos do lugar, seja pra comprar pão na padaria, ou ir ao trabalho. No meio do caminho, muitas coisas ocorrentes podem acontecer, e, às vezes, é algo que estava pensando.
Coincidência?
Como não sei porque isso acontece (levando-se em conta que a coincidência é uma mera coisa abstrata, assim como minhas justificativas desse post, e que alivia muitas pessoas que a tem como justificativa para isso) criei duas explicações.
Uma delas é a premonição, um presságio. Quando você pensa em alguma coisa e essa coisa acontece. Você previu aquilo. A magia toda é que você só se dá conta que previu, quando já aconteceu. Senão, não teria graça a gente manipular o acaso (por isso gosto dessa mais que a seguinte).
A outra é a causa. Você causa uma situação de tanto pensar nela.
Um exemplo de aplicação das duas teorias é: Um acidente de carro pouco depois de você ter pensado nisso. Você previu, ou causou o acidente.
É muito fácil a gente jogar tudo isso que se passa diante dos olhos, no cotidiano, para uma palavra só, e continuar a caminhada ignorando essa situação.
Quanta coisa será que a gente simplesmente acha que é, porque nos contaram como é, e ponto?
Explique como, e o que quiser depois me mostra.
Adoro essas coisas que não se pode tocar!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Resumidinho

Odeio quando a madrugada é curta e o sol aparece sem ser chamado. Quando sempre que te tenho, está na hora de ir embora. Aquele beijo de despedida que dura o suficiente para que tudo em volta desmorone, e o meu coração já não se entende mais.
Tem dias que a noite é curta, mas que se tornam infinitas. Guardadas dentro do que não se pode explicar, do que de tão mágico, se pode ver, ouvir e cheirar, não tocar. Só sentir você, como se fosse uma coisa só em mim. Um eterno desespero de te ter dentro de mim. De invadir. Tomar conta de tudo que é meu. De enjoar. Querer matar. Arrancar a pele em busca da liberdade.
É! Tudo começa numa noite inesquecivel. Pena que acaba no pior dos frenesis.