quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Invenção

Carnaval, verão, água e consequentemente mosquitos.
Aos que não conhecem aí vai a dica de extermínio desses bichos infernais. Uma raquete que possui um botão on/off e outro que quando apertado, aciona a eletricidade de uma redinha que cobre a raquete inteira. Genial, às seis horas da tarde, logo que anoitece, não precisa grandes esforços pra mata-los, basta apertar e ouvir o barulho deles explodindo.
Sério, eles somes, explodem, demais! Acho que nunca desejei tanto bicho junto pra poder ter o prazer de ouvir o barulinho deles evaporarem.
Com a preocupação do assassino levar um choque, essa rede que se auto eletriza é cercada por duas redes que não serão eletrificadas quando acionado o botão.
Uma ótima invenção. Coisa de japonês!
Mas mesmo com essa arma, levei várias picadas, mas garanto que o saldo final ficou feio para o lado deles.
Adoro instantaneidade!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Carnaval

Já gostei muito. Hoje gosto só pelo motivo de descanso ou de colocar as coisas em dia.
Não sei se to ficando velho ou mais inteligente.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mudança

Há dias que sentimos alguma coisa diferente em nós mesmos. Seja um sentimento diferente, num lugar que ele não deveria estar, ou alguma coisa que você se preocupa e acha estranho essa preocupação, ou nada muda e você continua achando estranho. Enfim... há essas situações mas, pelo menos comigo, são passageiras, duram horas, ou no máximo um dia.
Tenho me sentido assim com mais frequencia e por mais tempo que o normal.
A vida profissional, os amigos, namorada, família e outras coisas pequenas de valor. Tudo isso me deixa sem uma direção pré-definida, meio que uma mudança de visão sobre o que tenho como certo.
Tenho medo dessas mudanças pois sempre que organizo as coisas por aqui, costumo amassar muitos papeis sem, muitas vezes, ler o que está escrito.
Mudo, todo mundo muda. O mundo muda. Mudo como o mundo muda. Acho que já estou embarcando nessa transição. Espero que seja pra melhor. Será!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Ser só

Te sinto dentro quando caio na real, quando sou eu mesmo de verdade, sem nenhuma influência externa.
Querendo ou não, às vezes no dia que sou eu mesmo são raras e não venha me chamar de sem personalidade porque é assim que funciona mesmo.
Sou você, sou ele, ela, sou aquela vez que passou, sou o tudo, o nada.
Mas sou também todas aquelas coisas que por vir acontecem na vida. Sou mais do que preciso ser. Sou sempre o resultado do que vejo ser.
Sou eu bem pouco. Pena. Verdadeiro. Contentamento. No aproveitamento de ser quando sou só, é que me lembrei de você!

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Sabor

Depois de tanto procurar, achei um sorvete de doce de leite que eu tanto queria!
A culpa dessa busca é de uma sorveteria em Buenos Aires chamada Freddo, onde lá, provei o sorvete Dulce de leche granizado, um sorvete de doce de leite com pedaços picados de chocolate muito bom. É a definição de sabor. É onde a palavra sabor de concretiza. Não é exagero!
Bom, mas já que aqui não tem essa sorveteria, fui achar um sorvete parecido no supermercado mesmo, um da Häagen-Dazs, que como todo mundo sabe, custam os olhos da cara. Um pote de 500 ml custa dezessete reais, um absurdo! Mas enfim, fiquei pobre mais cheguei perto da lembrança do Dulce de leche granizado.
Aí vai mais uma dica culinária. ¬¬



Ah! Descobri que tem Freddo em Curitiba, agora que vou pra lá mesmo!!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Calor

Não é preciso falar pra ninguém que está calor. É só ver as pessoas suando pela rua.
Já reparou em uma coisa? Quanto mais calor fica, mais calor fica. Como assim?
Deixa eu explicar...
Não sou nenhum gênio de física, e nem precisa ser para entender isso, mas quanto mais calor fica, mais ar-condicionados são ligados, e se de um lado dele produz ar frio do outro é compensado ar quente, ou seja, mais calor do lado de fora, alias, do inferno de fora!
Toda vez que você passar suando por um carro com ar-condicionado ligado, e ouvir aquele barulho de ar esfriando dentro, ou melhor, esquentando fora, vai perceber isso. Não só nos carros, mas em ar-condicionados tradicionais também!
Odeio calor!
No calor você fica pelado e ainda sua. Parado se sua também!!
Agora, frio não, você coloca quantos casacos forem necessários para se esquentar e fica quente!
Sei lá, acho que nasci no lugar errado talvez. Ou melhor, acho que já estou no inferno.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Deixa eu fingir e rir também

Tão novinho, vontade de apertar, cuti cuti!
Todo adulto parece um idiota na frente de um bebê, ou melhor, um filhote, seja de humano ou de cachorro.
Essa nossa retardação acho que é um meio de se comunicar com eles mas enfim... escrevo porque fico impressionado com a inocência de um bebê. Todos os movimentos e olhares desbravadores deles, as atitudes naturais do corpo humano, cagam no seu colo mesmo, não estão nem aí. Penso que isso dura muito pouco tempo. Logo que começar a ouvir, já vai falar, já estará absorvendo todo esse nosso jeito destruidor de ser. Todas essas idéias de viver que são erradas, desnecessárias no mundo. Claro, estou sendo radical demais porque estou pensando no bebê com um filhote mesmo, que nasce para comer, crescer, procriar e manter a sua espécie viva!
Radical ou não, pensei naquele exato momento que todos os ensinamento dados à ele, ele será. Afinal, somos o que ouvimos, vemos, tocamos, comemos. Quem diz o que ouvir, ver, tocar, comer, são os pais. O certo, errado e sua própria crítica sobre o mundo é ensinada. Assim como todos nós somos. É errado viver como vivemos. Muitas são as coisas que não precisavam ser feitas e levadas como prioridade para se viver hoje.
Objetivo da vida é simples. A gente sempre gosta de complicar tudo e quando percebemos, nem nos damos conta que viver assim não é certo. Por mais que não consigamos achar tudo errado.
É isso mesmo. O aquecimento global e blá, blá, blá... Tudo isso que fingem levar como conscientização global.
Tá bom, eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir e rir de mais uma criança da espécie dos humanos.
A única espécie que um dia será responsável pela sua própria extinção.
Que inteligentes somos, não?
Viva mais um bebê no mundo!! \o/

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Poker de domingo

Com um fullhouse na mão, escondi minha felicidade diante da mesa. O suor já escorria nos pelos do meu peito, apesar da noite quente, era, também, a felicidade tentando sair de alguma maneira de dentro de mim.
Apostei tudo que podia, e o viado do Luquinha (primeira vez no jogo) pagou pra ver.
Eu, como quem vai tirar o pirulito da boca de uma criança, abaixei minhas cartas com o sorriso na cara.
Eu - "Fullhouse de Joker".
Ele nem falou nada, abaixou, e as cartas brigaram como dois cães de raça, e, pela regra, perdi tudo. Ele tinha de Rei.
Sorte de principiante?
Anota aí!